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Numa altura em que tanto se fala de Plano Tecnológico, em que se radica a ideia de que Portugal só poderá ser mais competitivo se apostar fortemente na tecnologia, tal como fixado no programa do XVII Governo constitucional, a factura electrónica constitui um instrumento contabilístico e fiscal de decisivo interesse estratégico quer para as empresas quer para o Estado. A este propósito o Governo determinou em Agosto de 2005, Resolução do Concelho de Ministros nº 137/2005, DR Nº 157, I Série B, de 15 de Agosto, que a Administração Pública deve adoptar a emissão e o recebimento preferencial de facturas electrónicas até ao início de 2007 e atribuiu à UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP a promoção do respectivo processo de acompanhamento e avaliação da execução. Com esta medida, o Governo pretendeu promover mais uma contribuição da Administração Pública para a generalização das Tecnologias da Informação e Comunicação para o desenvolvimento da sociedade Portuguesa e para a promoção do comércio electrónico, o que é fundamental para assegurar a competitividade da economia nacional. Na verdade, a grande dimensão da Administração Pública permite que a adopção de facturas electrónicas nas suas transacções seja uma contribuição significativa para generalizar no âmbito da actividade económica do país a prática da emissão e do recebimento de facturas electrónicas, estimulando que as empresas públicas e privadas procedam de forma idêntica, ultrapassando o facto da utilização de facturas electrónicas nas empresas Portuguesas ainda ser incipiente e contribuindo para a modernização do país. A desmaterialização da factura, sublinhe-se, é essencial para a vida das empresas e do Estado e para o incremento do comércio electrónico em geral na medida em que a sua adopção, uma vez estabilizada, permite, entre outras coisas, uma redução de custos de processamento, eliminando a necessidade de repetidos lançamentos dos dados das facturas nas várias organizações envolvidas e reduzindo erros de lançamento e os consequentes custos de correcção, facilita o arquivo e acesso à facturação por meios informáticos e permite aumentos de eficiência da gestão contabilística e financeira. |
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– Implementar uma plataforma de facturação electrónica a instalar no centro de dados regional, para ser utilizada em serviço partilhado pelos parceiros do projecto. – Integrar a plataforma central de facturação electrónica com as aplicações contabilísticas e financeiras dos diversos parceiros de modo a que possam receber e emitir facturas electrónicas de forma automática. – Adquirir os equipamentos e o software de base necessários para a instalação da plataforma de facturação electrónica no centro de dados regional. - Promoção e Divulgação do projecto de forma a estimular empresas fornecedoras e munícipes para a adesão à facturação electrónica; - Constituição de uma estrutura central, na Globalgarve, que desempenhe as tarefas permanentes de gestão, coordenação, apoio técnico e acompanhamento do projecto. |
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Reunião com todos os parceiros de projecto na AMAL em Faro no dia 17 de Junho de 2009. Concurso Público que decorreu de 23 de Junho (data de publicação) a 30 de Julho de 2009. Documentos:
Por despacho da Comissão Executiva da Globalgarve de 25 de Agosto de 2009, foi adjudicada à empresa CNA – Produtos de Comunicação Lda, o fornecimento dos serviços de Promoção e Divulgação do projecto “Facturação Electrónica”, após procedimento por ajuste directo com consulta a três empresas. Por despacho da Comissão Executiva da Globalgarve de 10 de Dezembro de 2009, que homologa a seriação dos concorrentes ao concurso Público para aquisição de uma “Plataforma de Facturação Electrónica”, foi adjudica à empresa Softlimits o objecto do referido concurso.
Por despacho da Comissão Executiva da Globalgarve de 11 de Janeiro de 2010, foi adjudicada è empresa Visualforma o fornecimento dos equipamentos (servidores e sistema de armazenamento) bem como do licenciamento do software de base (sistema operativo e sistema gestor de base de dados), após procedimento por ajuste directo com consulta a três empresas.
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